| 1 x de R$39,90 sem juros | Total R$39,90 | |
| 2 x de R$23,27 | Total R$46,54 | |
| 3 x de R$15,59 | Total R$46,79 | |
| 4 x de R$11,85 | Total R$47,43 | |
| 5 x de R$9,56 | Total R$47,80 | |
| 6 x de R$8,00 | Total R$48,02 | |
| 7 x de R$6,88 | Total R$48,22 | |
| 8 x de R$6,04 | Total R$48,37 | |
| 9 x de R$5,39 | Total R$48,51 | |
| 10 x de R$4,87 | Total R$48,77 | |
| 11 x de R$4,45 | Total R$49,03 | |
| 12 x de R$4,10 | Total R$49,25 |
O debate atual sobre termos um currículo nacional é uma farsa. Já temos um currículo oculto cujo objetivo é emburrecer, e nenhuma mudança nos conteúdos pode reverter seus efeitos macabros. As escolas ensinam exatamente o que pretendem, e o fazem muito bem: elas são um mecanismo de engenharia social.
Está na hora de encararmos o fato de que a escola obrigatória é nociva para as crianças e que fazer remendos não resolverá o problema. A culpa não é dos professores ruins ou da falta de investimento: injetar mais dinheiro ou mais gente nessa instituição doente fará apenas com que ela fique ainda mais doente.
Se queremos mudar o que está rapidamente se transformando num desastre de ignorância, temos de compreender que a instituição escolar serve para “escolarizar”, mas não para “educar”, e que “educar” e “escolarizar” são termos mutuamente excludentes. É urgente ignorarmos as vozes autorizadas da televisão e da mídia e recuperarmos as premissas fundamentais de uma verdadeira educação.
